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	<title>Todo poema não é poema sem poética...</title>
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	<description>E toda poética viva está aqui...</description>
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		<title>Todo poema não é poema sem poética...</title>
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		<title>Sonata</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 14:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>K Stênio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Tocam-se as notas suavemente
Pertinentes nesse mundo premente
Sem predileção por gente
Que vive a procura de emoções ou tristezas discentes.
As pertinências de cada acorde
Trombam com os bufares cheios de morte
E nas reticências de frases sem cortes
O tocador acalenta-se no banco sem suporte.
Para cada singelo ressoar de indutância
No meio de tantos rostos sem significância
Se perguntam os ouvintes “de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=266&subd=poeticas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Tocam-se as notas suavemente<br />
Pertinentes nesse mundo premente<br />
Sem predileção por gente<br />
Que vive a procura de emoções ou tristezas discentes.</p>
<p>As pertinências de cada acorde<br />
Trombam com os bufares cheios de morte<br />
E nas reticências de frases sem cortes<br />
O tocador acalenta-se no banco sem suporte.</p>
<p>Para cada singelo ressoar de indutância<br />
No meio de tantos rostos sem significância<br />
Se perguntam os ouvintes “de onde vem tanta exuberância?”<br />
De onde surge tamanha alvura em tão jovem infância.</p>
<p>E agora não mais tão calmos<br />
Não tão esparsos, corações não alvos<br />
Eles seguem sua melodia em melodramas esparsos<br />
Lagartos em meio ao espetáculo dos horrores, descalços.</p>
<p>Seja suave ou medido em Jaule<br />
Não importando se é cidreira ou apenas malte<br />
Perante as singelas vísceras do descarte<br />
Os viajantes da música chegam finalmente em Marte.</p>
<p>Lá o escarlate fica mais vermelho<br />
O fogo vira então centeio<br />
E tudo o que se vê deixa de ser devaneio<br />
E tudo o que se grita deixa de ser desespero.</p>
<p>Por fim, a sonata tocante<br />
Termina então como coração berrante<br />
De fogos de artifícios quase que gestantes<br />
De dois seres impuros quase que amantes.</p>
<p><span id="more-266"></span><br />
&#8211;</p>
<p><em>23h32min<br />
01/12/2009</em></p>
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			<media:title type="html">K Stênio</media:title>
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		<title>Entoa-me</title>
		<link>http://poeticas.wordpress.com/2009/12/03/entoa-me/</link>
		<comments>http://poeticas.wordpress.com/2009/12/03/entoa-me/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 14:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>K Stênio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poeticas.wordpress.com/?p=263</guid>
		<description><![CDATA[Você
Fluente em português
Fala inglês e francês
Aspirante a latim&#8230;
Eu
Verso inacabado
Coração desgarrado
Vil métrica sem fim&#8230;
Fui criado na aurora
Dos amantes sem hora
Pra poderem se amar.
E perdido entre as toras
Dessas tênues amoras
Sem nada a degustar.
Cada estrofe foi criada
Por você minha amada
Pra você entoar
E você, não me canta!
Desarruma e descamba!
Não me deixas livrar!
Se criaste partitura
Pra que deixar na penumbra?
Essa criação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=263&subd=poeticas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Você<br />
Fluente em português<br />
Fala inglês e francês<br />
Aspirante a latim&#8230;</p>
<p>Eu<br />
Verso inacabado<br />
Coração desgarrado<br />
Vil métrica sem fim&#8230;</p>
<p>Fui criado na aurora<br />
Dos amantes sem hora<br />
Pra poderem se amar.</p>
<p>E perdido entre as toras<br />
Dessas tênues amoras<br />
Sem nada a degustar.</p>
<p>Cada estrofe foi criada<br />
Por você minha amada<br />
Pra você entoar</p>
<p>E você, não me canta!<br />
Desarruma e descamba!<br />
Não me deixas livrar!</p>
<p>Se criaste partitura<br />
Pra que deixar na penumbra?<br />
Essa criação que só te ama&#8230;<br />
Essa criação que por ti só desanda?</p>
<p>Entoa-me,<br />
linda<br />
Dona das vozes mais finas<br />
Que qualquer mulher nessa vida<br />
Imaginou sequer dia<br />
Ter o dom de escutar.</p>
<p><span id="more-263"></span><br />
&#8211;</p>
<p><em>23h10min<br />
01/12/2009</em></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poeticas.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poeticas.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poeticas.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poeticas.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poeticas.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poeticas.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poeticas.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poeticas.wordpress.com/263/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poeticas.wordpress.com/263/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poeticas.wordpress.com/263/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=263&subd=poeticas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Soneto para Ti Valegrar</title>
		<link>http://poeticas.wordpress.com/2009/11/20/soneto-para-ti-valegrar/</link>
		<comments>http://poeticas.wordpress.com/2009/11/20/soneto-para-ti-valegrar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 19:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>K Stênio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poeticas.wordpress.com/?p=259</guid>
		<description><![CDATA[Me pedindo adjetivo, procuro
Palavras mil de tantos olhos vis.
Me pedindo adjetivo, te falo
Palavras belas, cantadas, amadas.
Envolvo-me na busca insanamente
Como Homero perseguia Odisseu.
No reino da mídia tento adentrar
Apenas em vão. Com vazias mãos.
Por que os dicionários não definem
a medida clara dos elogios?
Só por serem ferramentas? Insentem?
A verdade nua e viva é que não
existe amor, adjetivo que
te [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=259&subd=poeticas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Me pedindo adjetivo, procuro<br />
Palavras mil de tantos olhos vis.<br />
Me pedindo adjetivo, te falo<br />
Palavras belas, cantadas, amadas.</p>
<p>Envolvo-me na busca insanamente<br />
Como Homero perseguia Odisseu.<br />
No reino da mídia tento adentrar<br />
Apenas em vão. Com vazias mãos.</p>
<p>Por que os dicionários não definem<br />
a medida clara dos elogios?<br />
Só por serem ferramentas? Insentem?</p>
<p>A verdade nua e viva é que não<br />
existe amor, adjetivo que<br />
te encaixe melhor do que “você”</p>
<p>&#8211;<br />
<span id="more-259"></span></p>
<p>Este é meu segundo soneto. O primeiro foi escrito há tempos, como trabalho de português, na minha antiga oitava série. Ele é muito bom! Confesso que gotaria de ainda possuir aquele estilo de escrita de adolescente de 14 anos, mas não tenho mais rs&#8230; Qualquer dia o encontro perdido em casa, transcrevo, e posto aqui.</p>
<p>Os mais devotos aos sonetos, provavelmente irão encontrar erros com relação as sílabas poéticas. Minha intenção é que cada verso senha dez. Se não, bem&#8230; to enferrujado&#8230; Me avise! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_mrgreen.gif' alt=':mrgreen:' class='wp-smiley' /> </p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poeticas.wordpress.com/259/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poeticas.wordpress.com/259/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poeticas.wordpress.com/259/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poeticas.wordpress.com/259/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poeticas.wordpress.com/259/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poeticas.wordpress.com/259/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poeticas.wordpress.com/259/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poeticas.wordpress.com/259/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poeticas.wordpress.com/259/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poeticas.wordpress.com/259/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=259&subd=poeticas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Ensaio sobre as Emoções, vistas de um ponto de vista Matemático</title>
		<link>http://poeticas.wordpress.com/2009/10/29/ensaio-sobre-as-emocoes-vistas-de-um-ponto-de-vista-matematico/</link>
		<comments>http://poeticas.wordpress.com/2009/10/29/ensaio-sobre-as-emocoes-vistas-de-um-ponto-de-vista-matematico/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 23:21:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>K Stênio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poeticas.wordpress.com/?p=255</guid>
		<description><![CDATA[Entre três livros, quieto, com sono, e esperando com esmero por companhia, pus-me a ler. O primeiro, de toral e completa sinfonia matemática, me fez somente ter vontade de ler o terceiro(o segundo, nem mesmo matemática concisa possuía: só mesmo a “matemágica” tão “bem” empregada por engenheiros).
Pois bem, faltavam poucas páginas para terminar, cerca de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=255&subd=poeticas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Entre três livros, quieto, com sono, e esperando com esmero por companhia, pus-me a ler. O primeiro, de toral e completa sinfonia matemática, me fez somente ter vontade de ler o terceiro(o segundo, nem mesmo matemática concisa possuía: só mesmo a “matemágica” tão “bem” empregada por engenheiros).<br />
Pois bem, faltavam poucas páginas para terminar, cerca de vinte, e me coloquei a eliminar essa missão(logicamente, livrar-me-ia do sono ao fazê-lo). O livro, que em suma, contava fatos acerca da vida de um ser sem razão, significados ou escrúpulos. Entre esse, encontro uma frase que, por sua simplória arquitetura e grandiosa fundição me cativou. A frase dizia “As emoções não apreciam ordem fixa”, e fiquei pensando&#8230;<br />
“As emoções não apreciam ordem fixa” vai muito além do que a frívola fuga do criador da oração de sua vida miserável. As emoções chegam a dar a volta ao mundo(e deram!) se preciso, se considerado necessário.<br />
Aqueles que conhecem-me do dia-a-dia, e que, logicamente, não sabem em nada sobre que penso, podem inferir negativamente em toda a malha filosófica que teço para começar a explicar(ou desexplicar) a incapacidade de ordem nas emoções. Já aos que me conhecem dos escritos, ou aos raros amigos(creio que todos não devam discordar que é raro se ter amigos, posto que as consequências implícitas por se ter uma real relação de amizade são tenebrosas), imagino que me entendam muito bem&#8230;<span id="more-255"></span></p>
<p>Pois bem. Então, que são as emoções?… Se você teve coragem de acompanhar meu raciocínio semi-lógico até este ponto, deve certamente possuir uma opinião formada(ou em exata atual formação) em mente. Reflita&#8230; vou dar-te um tempo para solidificar sua própria opinião, para que dessa forma possa concordar, ou até mesmo discordar, melhor com o que profiro.</p>
<p>(…)</p>
<p>Feito? Pois bem, prossigamos&#8230;</p>
<p>(…)</p>
<p>Traduzindo matematicamente, eu diria que os sentimentos são reais. Não importa que sentimento seja, bom ou mal, positivo ou negativo, é sempre possível encontrar uma magnitude real referente ao grau de cumplicidade com um determinado sentimento. De igual modo, é sempre possível encontrar valores reais tão próximos quanto se queira dessa magnitude, seja para maior ou para menor; assim então, defino continuidade em magnitude de sentimentos(o que é uma característica real). Se o sentimento buscado for o oposto, multiplicai-lo por um negativo, e eis teu oposto real. Se somas o sentimento com teu oposto, encontra a nulidade, que seria a inexistência de sentimento(note que isso NÃO é indiferença, que já estou a tratar&#8230;).<br />
Nessa escala real, podemos descrever diversos tipos de sentimentos, e quem sabe até colocá-los em ordem. As relações de coleguismo podem ser consideradas como um simples número, por exemplo em [0,x](escolha x ao seu bel prazer), as relações de interesse, dependendo de sua natureza, podem ficar tanto no mesmo intervalo, como em maiores(ou menores). Amizade verdadeira poderia ser escrito de forma de série infinita, mas ainda assim convergente(e o Ódio&#8230; bom, talvez como uma série alternada, dada sua estranha constituição, e sua bizarra aproximação com o amor). Amor verdadeiro, não importa de qual natureza: fraternal, maternal, paternal, de amigos, de companheiros de beijos e sonos(mas preferencialmente “acordados”, se é que me entendes), posso descrever como um limite simples, x, mas com x tendendo a infinito. E no caso da indiferença, apenas pense no mesmo limite, com o limite indo para infinito negativo&#8230; Esses limites sim, de tão grande, divergem.</p>
<p>Agora, que dizer sobre as emoções? Você aceita que pode ser uma emoção escrita de tal forma? Como real? Se sim, é aí que discordamos(se é que não discordamos já). Pois, acredito fielmente no “As emoções não apreciam ordem fixa”, e não apreciando a ordem, posso apenas matematicamente dizer que as emoções são complexas. Elas podem ser tão grandes quanto se queira, mas agora temos dois eixos para postar suas componentes. Um, real, correspondente ao que se vê, é demonstrado, é sentido: o eixo real, é o eixo apresentado nas duas estrofes anteriores. Segundo, um eixo imaginário, onde nada se pode ver. Não se pode perceber as sutilezas em cada ponto do eixo imaginário. É nele que os pequenos detalhes, não vistos no sentimento puro e simples, são encontrados. E, como complexas, as emoções não seguem nem admitem prova e demonstração dos axiomas de ordem. Portanto: não possuem ordem: “&#8230;não apreciam ordem fixa”, por mais que sejam um corpo bem definido.<br />
As emoções vão bem além justamente poe estarem intrinsecamente ligadas aos sentimentos. Como já falei, uma emoção, obrigatoriamente, deve possuir parte imaginária. E elas podem, ao mesmo tempo, possuir diversos estágios. Não entendeu? Vou dar um exemplo prático:</p>
<p>É muito fácil, e talvez trivial dizer que se está apaixonado por alguém. A paixão, como bem sabemos, é uma emoção, não um sentimento, mas é definitivamente claro para qualquer um que, ela está intimamente ligada ao amor, certo? Perfeito. Pois então, você acredita que todo tipo de apaixonamento é igual? Se não, deve ser adepto ou da tese de que só existe o apaixonamento “perfeito”, ou de que existem níveis de apaixonamento(outra tese? Ótimo, me elucide mais tarde!). Vou falar que os apaixonamentos não são iguais, e não são mesmo, mas o que os difere é a mais simples pura magnitude no eixo imaginário. Uma pessoa apaixonada, não importa qual tipo de apaixonamento, deve possuir a mesma magnitude no eixo real: resumindo o mesmo sentimento(que se espera ser amor verdadeiro. Se não for, sinto muito, você não se enquadra no quadro de pessoas apaixonadas&#8230; talvez “gostar muito”, quem sabe&#8230;). Mas, o nível de loucuras, o nível de pequenos detalhes, o quão se está preparado para fazer tudo por aquele que se ama, isso, que é algo que não se pode ver, apenas inferir(e que o experimento mostrará se a hipótese é concisa ou não), isso está no eixo imaginário. O que pudesse ser tratado como apaixonamento “perfeito” seria um limite básico: a+bi, com a e b tendendo a infinito. Diverge. Nos dois eixos. Para o apaixonamento “insano”, apenas tome b tendendo a menos infinito. Continua divergindo&#8230;</p>
<p>O caso que exemplifiquei é apenas uma singela das muitas opções. Quantas emoções não podem existir, com níveis iguais de sentimento, mas com infinitos níveis, positivos ou negativos, de “loucuras”?(agora, para evitar voltar ao formalismo matemático, entenda-se por: “loucuras” = “magnitude no eixo imaginário”) Quantas não são as diferentes e emoções que podemos experimentar, posto que qualquer ínfima variação em qualquer eixo nos dá, ou nova emoção, ou emoção em nível diferente? Quantas vezes não começamos uma amizade, que com o passar do tempo, se torna infinitamente mais forte, o nível de loucuras praticamente infinito, ou uma quase indiferença à alguém que já foi seu melhor amigo? De qualquer modo, ainda é amizade, só não a “perfeita”. O mesmo vale para as relações entre familiares. O mesmo vale para as paixões que começam simplórias, e eventualmente se tornam “perfeitas”.</p>
<p>Pois é, meu caro leitor. “As emoções não apreciam ordem fixa”, elas simplesmente preferem voar livremente pela imensidão de possibilidades lhes conferidas.<br />
Deixe, então, o medo de abraçar uma emoção. Dê a si próprio uma chance de escolher um sentimento, e crescer sua magnitude em loucuras. Se tem uma amizade, tente torna-la perfeita. Se tem uma paixonite, tente torna-la um apaixonamento perfeito. Se a realização profissional foi alcançada, por que não levar o prazer do trabalho à perfeição. Se o carinho carnal foi alcançado, por que não levá-lo ao êxtase? Como todo ser buscando evolução, busque perfeição. E, claro, tome cuidado com a displicência: ao levar o nível de loucura a muito negativo, o sentimento tende a ser multiplicado por menos um, e é aí que um amigo não se torna mais amigo, que um pai se torna inimigo, que uma namorada vira bruxa e que amor vira indiferença.</p>
<p>Matemática. O segredo de tudo está na matemática&#8230;</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Não é preciso muita coisa a se dizer, não? Afinal, já expliquei a origem do texto nele próprio&#8230;</p>
<p>Ah! Discordâncias? Comente e discutamos!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poeticas.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poeticas.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poeticas.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poeticas.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poeticas.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poeticas.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poeticas.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poeticas.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poeticas.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poeticas.wordpress.com/255/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=255&subd=poeticas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mudando o visual, apresentando o novo projeto, e dando um descanso temporário&#8230;</title>
		<link>http://poeticas.wordpress.com/2009/10/15/mudando-o-visual-apresentando-o-novo-projeto-e-dando-um-descanso-temporario/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 00:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>K Stênio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá meus caros!
Bom, ultimamente eu estou sem inspiração alguma. Mesmo, de verdade&#8230; nao sai NADA! Ai, ora, o que fazer? Deixar o Poéticas morto, e seus pouquissímos(e razoavelmente assíduos) leitores pensando que desencanei dele? Definitivamente não.
Fiz então uma mudada no visual&#8230; A imagem e o tema antigo realmente estão a tanto tempo que praticamente viraram [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=249&subd=poeticas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Olá meus caros!</p>
<p>Bom, ultimamente eu estou sem inspiração alguma. Mesmo, de verdade&#8230; nao sai NADA! Ai, ora, o que fazer? Deixar o Poéticas morto, e seus pouquissímos(e razoavelmente assíduos) leitores pensando que desencanei dele? Definitivamente não.<br />
Fiz então uma mudada no visual&#8230; A imagem e o tema antigo realmente estão a tanto tempo que praticamente viraram a cara do Poéticas, mas quando em vez enjoa. Resolvi deixar o mesmo estilo que coloquei no fim do ano passado, pra comemoração, e agora talvez esse visual fique um pouco mais por aqui&#8230;</p>
<p>O novo projeto, é algo que queria fazer faz muito tempo&#8230; que é o Poéticas 2. Ora, o que seria isso? Seria simplesmente o Poéticas que você(ou &#8220;ês&#8221;) conhece, mas com os escritos em inglês. E ai, que acham? Diferente uma pessoa ter dois blogs com exatamente o mesmo conteúdo, mas em idiomas diferentes? Bom&#8230; eu particularmente não só achei diferente, como adorei a idéia. É algo único, talvez, e para quem chegou a gostar de alguns dos poemas aqui escritos, deve ser bacana vê-los em outro idioma(não? espero que sim&#8230;).</p>
<p>Claro que, chegar a deixar ambos equiparados vai ser um trabalho DOS INFERNOS, posto que não sou bom o bastante em inglês pra sair traduzindo tudo de boa, e não dá pra jogar em um programa tradutor e cuspir no outro site. Além de ser um trabalho porco e nojento, que raios vão pensar os possíveis gringos que possivelmente lerão alguma coisa minha?<br />
Traduzir esses poemas vão me dar um trabalho terrível porque não basta traduzir. Vou ter que adaptar, tentar manter a sonoridade de cada poema, e quem sabe alterar as rimas de modo a manter o mesmo sentido&#8230; Sacou porque vai ser foda? Pois é&#8230;</p>
<p>E não vo abandonar esse aqui. Quando não tiver afim de trabalhar no Poéticas 2, e com inspiração, posto alguma coisinha aqui, vo levando&#8230; Quem sabe não vem inspiração pra escrever algo em inglês, e eu venha fazer o caminho inverso? Mandar pro idioma do Pelé? &#8220;Infinitas idéias, infinitas possibilidades&#8230;&#8221;</p>
<p>Então, é isso meus caros. Só joguei esse post aqui pra dar uma explicaçãozinha sobre o eventual sumiço de novos poemas.</p>
<p>Ah! E é claro, vejam o Poéticas 2! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_mrgreen.gif' alt=':mrgreen:' class='wp-smiley' /><br />
<a href="http://poeticas2.wordpress.com/">http://poeticas2.wordpress.com/</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poeticas.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poeticas.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poeticas.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poeticas.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poeticas.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poeticas.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poeticas.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poeticas.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poeticas.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poeticas.wordpress.com/249/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=249&subd=poeticas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">K Stênio</media:title>
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		<title>Cai</title>
		<link>http://poeticas.wordpress.com/2009/09/22/cai/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 02:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>K Stênio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Cai a bela noite, outro dia mais vivido, vem a paz do luar&#8230;
Cai o lindo véu, de teu sorriso mais sofrido
De teus amores mais queridos
De tuas paixões jamais vividas
De tuas tristezas mais ouvidas&#8230;
Cai o meu sonhar, o meu pesar de sensatez
Vem a mim ó mãe de tenra paz outra mais vez
Olha me nos olhos, faça-me [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=241&subd=poeticas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Cai a bela noite, outro dia mais vivido, vem a paz do luar&#8230;<br />
Cai o lindo véu, de teu sorriso mais sofrido<br />
De teus amores mais queridos<br />
De tuas paixões jamais vividas<br />
De tuas tristezas mais ouvidas&#8230;</p>
<p>Cai o meu sonhar, o meu pesar de sensatez<br />
Vem a mim ó mãe de tenra paz outra mais vez<br />
Olha me nos olhos, faça-me pensar<br />
Como posso eu, só te olhar, sem a ti amar?</p>
<p>Não, não quero mais nada. Jamais pensei em cansar&#8230;<br />
Não, ó lábios meus, não digam mais injúrias(por amor Deus)<br />
Só então conjure não solidão<br />
Seja agouro à não paixão&#8230;</p>
<p>Vou passando por essa rua,<br />
Tão infeliz, não suja, imunda.<br />
E tudo mais, me faz pensar quão tolo sou<br />
Perdi única chance,<br />
talvez única chance<br />
Minha única chance<br />
de te fazer a mim amar&#8230;</p>
<p>Se eu pudesse&#8230; atirado estaria aos teus pés&#8230;<br />
Se tu quisesse&#8230; poderias me fazer tua ralé&#8230;<br />
Eu jogaria todos os jogos sem saber nenhuma regra<br />
Eu venceria todos os outros só pra ter a tua trégua<br />
Eu não seria outra vez tolo para não pedir a tua mão&#8230;</p>
<p>Será?<br />
Minhas palavras vão fazer-se ouvir?<br />
Será?<br />
Não fraquejarei quando junto a ti?<br />
Será?<br />
Que proferirás um sim?<br />
Será?<br />
Que os teus beijos chegarão a mim?</p>
<p>Será?<br />
Esses nuances vão evaporar?<br />
Será?<br />
Todos os montes hão de desabar?<br />
Será?<br />
Que teus abraços voltarão a ser meus?<br />
Será?<br />
Que haverá de novo tu e eu?</p>
<p>Cai, então os olhos,<br />
P&#8217;rá não que dizer que caem lágrimas<br />
Caem, os meus não sóbrios<br />
Os pensamentos que boca amarga<br />
Cai toda a máscara, que preparei por tantos anos<br />
Pra só você chegar sem pressa, e então jogar pela janela&#8230;<br />
Pra só você chegar a ver quem realmente mesmo sou&#8230;</p>
<p>Cai, anjo, junto aqui&#8230;<br />
Cai, e ao levantares, leva a mim&#8230;<br />
Cai, e vê se tira-me logo daqui!</p>
<p>Seja mais do que qualquer ser já foi.<br />
Seja a minha namorada.</p>
<p>&#8211;<br />
<span id="more-241"></span></p>
<p><em>Inspiração! Inspiração!<br />
Ah, definitivamente adoro quando tenho “insides” que me levam a escrever coisas pertinentes usando palavras que gosto! Sinto nesse poema a pequena sutileza que tinham os primeiros do Poéticas. Quem sabe eu não recupero um pouco daquele estilo quase perdido?</em></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poeticas.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poeticas.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poeticas.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poeticas.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poeticas.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poeticas.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poeticas.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poeticas.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poeticas.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poeticas.wordpress.com/241/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=241&subd=poeticas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">K Stênio</media:title>
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	</item>
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		<title>Matemática</title>
		<link>http://poeticas.wordpress.com/2009/09/03/matematica/</link>
		<comments>http://poeticas.wordpress.com/2009/09/03/matematica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 15:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>K Stênio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poeticas.wordpress.com/?p=235</guid>
		<description><![CDATA[Creio que tentei de tudo, pra poder me declarar
Já tentei ser bom, já tentei ser grosso
Já tentei ser indiferente, já tentei ser carinhoso
Mas, se de modo algum você consegue me entender
Então que seja, vou tentar por matemática descrever
Falo isso porque meus olhos não cansam
Como que obrigados a olhar ao gradiente
Te seguem como se o fluxo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=235&subd=poeticas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Creio que tentei de tudo, pra poder me declarar<br />
Já tentei ser bom, já tentei ser grosso<br />
Já tentei ser indiferente, já tentei ser carinhoso<br />
Mas, se de modo algum você consegue me entender<br />
Então que seja, vou tentar por matemática descrever</p>
<p>Falo isso porque meus olhos não cansam<br />
Como que obrigados a olhar ao gradiente<br />
Te seguem como se o fluxo do mundo fosse tu<br />
Terrivelmente tristes por não serem como qualquer vetor</p>
<p>Faço que posso para descomplicar<br />
Mas por mais que tente<br />
Tudo em que consigo pensar é em coisas ordinárias<br />
Vejo que todos os processos que faço simplesmente seguem o menor caminho<br />
Mas nem mesmo diferenciais em coordenadas generalizadas<br />
Ajudam-me a resolver o problema dessa tristeza integral</p>
<p>O que sinto é muito mais&#8230;<br />
E tal qual equação em n dimensões<br />
Te imagino em mais que n<br />
Porque R¹, R², R³ é muito pouco<br />
Para provar por u+v que você tem dimensão infinita&#8230;<br />
Imagino sim, na complexidade da álgebra aflita<br />
Como você é perfeita em qualquer espaço</p>
<p>Será que pra você sou um ponto?<br />
Talvez, emitindo alguma coisa, divergindo hermeticamente da origem?<br />
Ou será que sou apenas o movimento aleatório de fluxos contidos<br />
Resolvido com teoremas “simples” e sucintos?<br />
Seja como for&#8230; me sinto como um vórtex<br />
Que suga toda a frieza do espaço:<br />
Um rotacional inimaginável&#8230;</p>
<p>E não adianta provar por axiomas<br />
Se nem pela teoria te encantas<br />
De que adianta a soma, a multiplicação, a ordem<br />
Se teu corpo não tem ordem<br />
Se tua mente é complexa demais<br />
(talvez seja isso que sejamos: complexos conjugados separados!)<br />
Por mais que o conjunto amizade tenha tamanho incalculável<br />
O conjunto amor tem medida nula:<br />
Some quantos retângulos quiseres<br />
E acharás área insignificante a um ε</p>
<p>Por ti, me perco todos os dias<br />
Fujo desse mundo tão rápido que nem correções lorentzianas bastariam<br />
Para encontrar minha localização<br />
Como é possível?<br />
Veja bem: se cada momento longe do teu perfume me deixa enfermo<br />
Tal que afeto que sinto, tão matemático insisto, que por “função” descrevo<br />
Quando a proximidade vai a zero, a velocidade de minha fuga<br />
Vai a infinito<br />
(e que se dane a luz!)</p>
<p>Mas se já amas, enfim, que faço<br />
Além de contentar-me com conversas e abraços?</p>
<p>Não há mais transformações disponíveis<br />
Não há mais lineares que existem<br />
Para te trazer ao meu humilde espaço</p>
<p>&#8211;<br />
<span id="more-235"></span></p>
<p><em>Esse poema, definitivamente só é entendível em íntegra para quem é da minha área, infelizmente. Sua história? Começou com um tema completamente diferente: estava a escrever um poema chamado “Imaginação”, e no meio me peguei imaginando o mundo analítico. Divaguei sobre fórmulas, simples e singelas, para qualquer um da exatas.</p>
<p>“Ora, se é pra fazer direito, que seja então com um pouco mais de rigor matemático!”, pensei. Acabou saindo esta cria.</em></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poeticas.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poeticas.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poeticas.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poeticas.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poeticas.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poeticas.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poeticas.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poeticas.wordpress.com/235/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poeticas.wordpress.com/235/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poeticas.wordpress.com/235/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=235&subd=poeticas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">K Stênio</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Palavras e Atos</title>
		<link>http://poeticas.wordpress.com/2009/09/01/palavras-e-atos/</link>
		<comments>http://poeticas.wordpress.com/2009/09/01/palavras-e-atos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 18:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>K Stênio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poeticas.wordpress.com/?p=232</guid>
		<description><![CDATA[Não se expressa o que se sente somente com palavras
Não se fala com palavras “como vai, oh meu amor”
Só os tolos são que acham
Que palavras apenas bastam
Para matar toda a dor
Não se veste diamente para refletir semblante
Sem que haja alguma luz
Não esperas que&#8217;u me encante, que eu corra a teu alcance
Se a mim só dá-me [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=232&subd=poeticas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Não se expressa o que se sente somente com palavras<br />
Não se fala com palavras “como vai, oh meu amor”</p>
<p>Só os tolos são que acham<br />
Que palavras apenas bastam<br />
Para matar toda a dor</p>
<p>Não se veste diamente para refletir semblante<br />
Sem que haja alguma luz<br />
Não esperas que&#8217;u me encante, que eu corra a teu alcance<br />
Se a mim só dá-me a cruz</p>
<p>E o tempo vai passando&#8230;			Pois os atos não mentem<br />
Comigo sempre a teu lado			Apenas existem, mal insentem<br />
Posso usar muitas palavras			São pura realidade<br />
Mas prefiro mais vez atos			Personificação da verdade</p>
<p>Em palavras&#8230; você pode se esconder<br />
Pode mentir, pode dizer; pode fazer, o que não querer<br />
Pode simplesmente ser&#8230;</p>
<p>Mas os atos são que ditam<br />
Quão tu fazes o impossível<br />
Pra quem realmente gostas&#8230;</p>
<p>E&#8230; Agora, que mais fazer<br />
Se nem meus atos têm poder?<br />
Não adianta agora, nem nunca adiantou<br />
Continuar apaixonado, por quem nunca me amou</p>
<p>A amizade<br />
morrendo com a paixão<br />
A distância<br />
se tornando grande então<br />
A morte<br />
levando meu coração</p>
<div align="right"><em><strong>São Carlos, ICMC – USP<br />
27/05/09   13h58min</strong></em></div>
<p>&#8211;<br />
<span id="more-232"></span></p>
<p><em><strong>Post-Scriptum:</strong> Para aqueles que não sabem, ICMC = Instituto de Cinências Matemática e de Computação.</p>
<p>Paradoxal um poema ser escrito em tal lugar, não?</em></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poeticas.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poeticas.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poeticas.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poeticas.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poeticas.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poeticas.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poeticas.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poeticas.wordpress.com/232/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poeticas.wordpress.com/232/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poeticas.wordpress.com/232/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=232&subd=poeticas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">K Stênio</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Definitivamente, odeio</title>
		<link>http://poeticas.wordpress.com/2009/08/28/definitivamente-odeio/</link>
		<comments>http://poeticas.wordpress.com/2009/08/28/definitivamente-odeio/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 00:29:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>K Stênio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poeticas.wordpress.com/?p=227</guid>
		<description><![CDATA[Odeio tudo isso!
Definitivamente, odeio tudo o que acontece
O jeito como me olhas, o modo como me adoras
Odeio o caminhar por demais belo
E odeio a demasia de toda essa tua perfeição
Odeio os momentos que me pego pensando em tristezas
Odeio mais ainda os instantes que te encontro em tristeza
Odeio a tristeza, odeio a insensatez
Odeio os mantos escuros [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=227&subd=poeticas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Odeio tudo isso!<br />
Definitivamente, odeio tudo o que acontece<br />
O jeito como me olhas, o modo como me adoras<br />
Odeio o caminhar por demais belo<br />
E odeio a demasia de toda essa tua perfeição</p>
<p>Odeio os momentos que me pego pensando em tristezas<br />
Odeio mais ainda os instantes que te encontro em tristeza<br />
Odeio a tristeza, odeio a insensatez</p>
<p>Odeio os mantos escuros que cobrem meus olhos<br />
Mais e mais, odeio quando você me cobre os olhos!<br />
Deixa-me ver o mundo louco em que vivo<br />
Seja menos brilhante, chame menos a minha atenção<br />
Odeio o modo como fico bobo quando vejo você<br />
E odeio quando me lembro que fiz isso de novo, no recanto do lar</p>
<p>Odeio, odeio, Odeio!<br />
Odeio ser tão específico<br />
Odeio gostar de perfeição<br />
Odeio admirar inteligência<br />
Fluência em belos idiomas<br />
Amor por belos livros</p>
<p>Odeio minha incapacidade em esquecer<br />
Odeio minha vital necessidade em ter-te perto<br />
Odeio importar-me tão loucamente<br />
Odeio irritar-me tão facilmente<br />
Odeio meu ciume insano</p>
<p>Odeio<br />
Definitivamente, odeio<br />
Odeio a mim mesmo por amar-te tanto quanto amo-te</p>
<p>&#8211;<br />
<span id="more-227"></span></p>
<p><em>Bom, fazia tempo que não escrevia um assim, rápido, e em um momento aleatório.</p>
<p>Definitivamente, odeio quando não tenho inspiração pra escrever.<br />
Além. Definitivamente, adoro quando a inspiração vem&#8230;</em></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poeticas.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poeticas.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poeticas.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poeticas.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poeticas.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poeticas.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poeticas.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poeticas.wordpress.com/227/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poeticas.wordpress.com/227/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poeticas.wordpress.com/227/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=227&subd=poeticas&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Presente</title>
		<link>http://poeticas.wordpress.com/2009/08/27/presente/</link>
		<comments>http://poeticas.wordpress.com/2009/08/27/presente/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 01:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>K Stênio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os anjos vistos
São passados, tão antigos
Cada hora efémera
Uma gota serena de emoção&#8230;
Todos os olhares: sentidos
Os pedidos, mais polidos
Um novo verso flamejante
Nova queda: cintilante
Uma paz falsa que acalma&#8230;
Uma fria brisa que esquenta&#8230;
Uma chama mortal que acalenta&#8230;
É a saudade dos teus olhos
É a saudade de tua paz
É a saudade que tua amizade traz&#8230;
São Carlos
23/08/09 &#8211; 17h50min
&#8211;

Bom, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poeticas.wordpress.com&blog=578406&post=224&subd=poeticas&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Todos os anjos vistos<br />
São passados, tão antigos<br />
Cada hora efémera<br />
Uma gota serena de emoção&#8230;</p>
<p>Todos os olhares: sentidos<br />
Os pedidos, mais polidos<br />
Um novo verso flamejante<br />
Nova queda: cintilante</p>
<p>Uma paz falsa que acalma&#8230;<br />
Uma fria brisa que esquenta&#8230;<br />
Uma chama mortal que acalenta&#8230;</p>
<p>É a saudade dos teus olhos<br />
É a saudade de tua paz<br />
É a saudade que tua amizade traz&#8230;</p>
<div align="right"><em><strong>São Carlos<br />
23/08/09 &#8211; 17h50min</strong></em></div>
<p>&#8211;<br />
<span id="more-224"></span></p>
<p>Bom, esse é um presente, como o nome mesmo diz. Em fato, queria escrever um soneto(note que os versos estão dispostos em dois quartetos e dois tercetos), mas não tive tal paciência. E, afinal, a pessoa que recebe este, já recebeu outro soneto feito por mim, logo&#8230; não precisava escrever outro <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_mrgreen.gif' alt=':mrgreen:' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Feliz aniversário querida! Tudo de bom nesse novo ano que se inicia!</p>
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			<media:title type="html">K Stênio</media:title>
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